Crente é um bicho chato!
Por Márcio de Souza
Já percebeu o quanto somos chatos? Não sabemos fazer outra coisa a não ser perturbar o juízo de Deus com os nossos mimos. Vivemos pedindo, faz isso, faz aquilo, me da isso, me dá aquilo? Somos filhos “pidões” daqueles que preferem azucrinar a cabeça do pai atrás de um presente depois de um cansativo dia de trabalho do que abrir os braços e recebê-lo com amor e com palavras amorosas. O fato é que perdemos a afetividade. Nossas relações são sempre uma barganha, somos a geração dos crentes mais birrentos que o mundo já viu. Culpa desses pregadores da prosperidade que ensinaram o povo a adorar a benção e não o abençoador.
Estou cheio das choradeiras e apelos sentimentaloides que os pastores fazem dos seus púlpitos. O pior é que esses eventos são sempre freqüentados pelas mesmas pessoas que se tornaram viciadas em receber. Atitude imatura, só querer receber, coisa de criança. Devemos migrar dessa atitude mesquinha para a maturidade espiritual que espera dar ao invés de receber. Além disso tudo, somos péssimos na devocionalidade, fazemos tudo que não se deve fazer, gastamos horas no computador vendo besteiras e não gastamos 10 minutos orando. Nossa devocionalidade foi para cucuia e não há nada que possamos fazer para reverter esse quadro que não parta de nós. Deus recomendou que fizéssemos uso de nossas armas espirituais para combater o bom combate, então eu digo aqui, é disso que precisamos, como dizia Gandhi, devemos ser a mudança que queremos ver.
Fecho com Gabriel o pensador quando ele diz: “Muda que quando a gente muda o mundo muda ao seu redor”.
E no mais, tudo na mais santa paz!
***
Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão
Por Márcio de Souza
Já percebeu o quanto somos chatos? Não sabemos fazer outra coisa a não ser perturbar o juízo de Deus com os nossos mimos. Vivemos pedindo, faz isso, faz aquilo, me da isso, me dá aquilo? Somos filhos “pidões” daqueles que preferem azucrinar a cabeça do pai atrás de um presente depois de um cansativo dia de trabalho do que abrir os braços e recebê-lo com amor e com palavras amorosas. O fato é que perdemos a afetividade. Nossas relações são sempre uma barganha, somos a geração dos crentes mais birrentos que o mundo já viu. Culpa desses pregadores da prosperidade que ensinaram o povo a adorar a benção e não o abençoador.
Estou cheio das choradeiras e apelos sentimentaloides que os pastores fazem dos seus púlpitos. O pior é que esses eventos são sempre freqüentados pelas mesmas pessoas que se tornaram viciadas em receber. Atitude imatura, só querer receber, coisa de criança. Devemos migrar dessa atitude mesquinha para a maturidade espiritual que espera dar ao invés de receber. Além disso tudo, somos péssimos na devocionalidade, fazemos tudo que não se deve fazer, gastamos horas no computador vendo besteiras e não gastamos 10 minutos orando. Nossa devocionalidade foi para cucuia e não há nada que possamos fazer para reverter esse quadro que não parta de nós. Deus recomendou que fizéssemos uso de nossas armas espirituais para combater o bom combate, então eu digo aqui, é disso que precisamos, como dizia Gandhi, devemos ser a mudança que queremos ver.
Fecho com Gabriel o pensador quando ele diz: “Muda que quando a gente muda o mundo muda ao seu redor”.
E no mais, tudo na mais santa paz!
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Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão
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